terça-feira, 9 de junho de 2009

sobre o novo trabalho

www.cinemaemcena.com.br é o meu novo local de trabalho.

"É drama, aventura, é mentira, é comédia, é romântica!"

sábado, 2 de maio de 2009

cake & hello saferide

Sábado de madrugada e eu estou descabelada, de pijamas na frente do computador (que geek!), sinceramente, não me lembro da última vez que isso me aconteceu. Enfim, faz parte da nova fase passar um tempo só comigo e não gastar dinheiro quando ele não existe, principalmente com baladas. Faz parte da nova fase também, quando estiver na internet, gastar o tempo com qualquer outra coisa que não seja o orkut. Ultimamente tenho dedicado esse tempo virtual a aprimorar meu lado musical. Apaixonada por música como sou, me deleito durante horas nos mais diferenciados estilos, vozes, notas, arranjos e letras, desde os clássicos aos mais excêntricos a experiência têm sido muito válida. Eis que entre todas as pérolas baixadas, duas bandas mereceram minha atenção espécial: cake (indicação do robertinho) e hello saferide (achei fuçando).
A primeira é uma banda de rock alternativo formada em 1991 por John McCrea (voz, violão, órgão, vibraslap), Vince DiFiore (trompete, teclados, percussão), Xan McCurdy (guitarra), Gabe Nelson (baixo), Paulo Baldi (bateria). Apesar da frequente e relativamente adequada definição de "banda de rock alternativo", o som dos caras não é do tipo que aceita muitos rótulos, tem muita melodia e uma variedade incrível de instrumentos e trabalhos, e a voz de bad boy do vocalista me lembrou bastante (o sonho de consumo) Julian Casablancas.

As letras de cake geralmente têm uma linha romântica, mas não trazem melodias deprê, muito pelo contrário o som dos caras é até bem animado. E como eles não são nenhuma dupla sertaneja, não é só sobre mulher e chifres que cantam. Com um nível de cinismo um tanto quanto ácido, cake também traz críticas à sociedade como em "You turn the screws". A banda já emplacou um sucesso internacional que qualquer fã do pop já ouviu, é a música "Never there" do álbum "Prolonging the Magic", e fez uma versão da no mínimo inusitada "I'll survive" de Glória Gaynor que merece aplausos.

A segunda banda, (Hello Saferide) foi formada pela cantora, compositora, jornalista e apresentadora de um programa de rádio Annika Norlin e também conta com a participação de Maia Hirasawa. As duas são artistas suecas e iniciaram oficialmente a carreira musical em 2005 com o álbum "Introducing... Hello Saferide".



No melhor do estilo faça-você-mesma com voz e um violão folk, Annika produziu músicas que têm como base letras doces sobre amor e cotidiano e que também contêm um leve humor e declaram bastantes sobre as preferências culturais das contoras, como em "The quiz" do álbum "Would you let me play this ep 10 times a day", uma das canções mais "gostosas" de se ouvir da dupla.


Sites oficiais:
Cake: http://www.cakemusic.com/


(finally) leaving you behind

o dia já está amanhecendo e os meus olhos já não agüentam mais acompanhar as palavras nesta tela. tem uma pasta com seu nome, ela está aberta desde que me sentei aqui, há quase 7 horas atrás, uma caixa de lenços e uma garrafa de vinho vazias, e as mais tristes do Los Hermanos tocaram a noite inteira.
não sei porque fiz isso mas li todas as nossas conversas, tudo o que digitamos um pro outro em todas as longas horas que passamos fazendo-o, vi todas as nossas fotos e me lembrei com nitidez de cada momento que aquelas imagens guardavam. estava tudo aqui, pedindo pra ser libertado.
eu ainda não havia me entregado à verdade de que você foi embora, mas ao lembrar de como me chamava de ‘bonita’, ao ouvir a sua voz tão nitidamente através daquelas palavras escritas, alguma coisa me disse que o jogo já tinha acabado. acabei de ler tudo aquilo e caí no mundo real, tive que me segurar pra permanecer ali, a vontade de não ser, de não estar, era tanta que parecia tentar me levar pra qualquer outro lugar que não existisse. de um jeito qualquer eu não permitia e tentava entender porque. porque o tempo parou, ou porque passou rápido demais, porque nos tornamos rivais (nós nos saíamos tão bem como parceiros), ou porque eu insisti durante esse tempo todo que acharia alguém igual a você.
o seu abraço quando eu ia dormir era uma proteção contra o resto do mundo, a sua palavra era confiável e o seu cheiro inspirava segurança, as nossas conversas eram tanto riso... você achava engraçado o que eu era, e eu era apenas eu. eu achava perfeito o que você era, e você... nunca consegui desvendar.
descobri então que te amava não só pelo que você era, mas pelo que eu era quando estava com você. e que agora sou outra pessoa. uma pessoa que entregou as cartas e desistiu do jogo.

“é deus, parece que vai ser nós dois até o final
eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro”

segunda-feira, 13 de abril de 2009

raligali

laranja, futuro editor da rolling stone brasil.


eu, futura documentarista sobre as mazelas da áfrica.

little robert, futuro editor da piauí e melhor amigo do chico buarque.


soal, futuro repórter da rsbrasil.

júlia, futura editora da bravo!


pedrocas, futuro grande empresário de um grande conglomerado do ramo de comunicação.



pipoca, será o elo de ligação entre todos.



provavelmente no futuro, vai abandonar a carreira jornalística após conhecer um espanhol de dreadlocks castanho-avermelhados, se mudar pro interior do amapá e morar numa comunidade pós-hippie-moderna-setentista-alternativa e produzir uns shows de róque mutante em algum butequete por lá. e será muito feliz assim. anos depois, numa viagem a são paulo, reencontrará isabelita (que estará de férias no brasil) e a convencerá de que vai ser super legal filmar um documentário sobre a música neo-róque-futurista-hippie-setentista com toques de reggae produzida lá na comunidade dela.
como isabelita não tem muita experiência em documentários musicais, pedirá ajuda a pedroquinhas, que aceitará de imediato pois está com saudades de pipoca. pedro vai sugerir que trabalhem com soal, prq afinal ele tá no meio musical e pode dar pitacos pertinentes. laranja e roberto divulgarão o filme em suas revistas (rolling stone e piauísh, respectivamente) e por fim, pipoca e isabelita serão capa da bravo! (da qual a julha é a responsável), prq afinal, documentários assim, só na bravo mesmo.
aí eles vão ficar com saudades dos velhos tempos e marcar um dia pra ir na padaria diamantina beber umas cervejas e ir embora sem pagar, tudo em nome da memória universitária.




O texto é do laranja, os desenhos são do laranja, tá tudo no blógue do laranja. Copiei. porque a história é nossa.

domingo, 29 de março de 2009

07/05

Ingressos para shows do Oasis no Brasil começam a ser vendidos nesta sexta

Banda inglesa faz turnê por quatro capitais brasileiras.

Os ingressos para os shows do Oasis no Brasil começam a ser vendidos nesta sexta (27). Os valores das entradas vão de R$ 120 a R$ 400. Os bilhetes estão à venda no site da Ticketmaster.
A banda inglesa fará quatro apresentações no Brasil em maio. A turnê começa no Rio de Janeiro, dia 7, no Citibank Hall. Em São Paulo, o grupo toca dia 9, na Arena Anhembi. Dia 10 é a vez do Oasis se apresentar em Curitiba, na Arena Expotrade. A turnê brasileira termina com um show da banda no Gigantinho, em Porto Alegre, no dia 12.*


Como agora eu sou uma pessoa que não perde mais oportunidades nessa vida, diga ao povo que vou!
*Notícia retirada do G1

sexta-feira, 27 de março de 2009

Eat meat


Eu que controlo o meu guidom

-Por favor, uma porção generosa de Isabela.
-Qual vai ser o acompanhamento senhora?
-Sem acompanhamentos, por enquanto só Isabela já está ótimo!

terça-feira, 24 de março de 2009

Save Tonight

Terça-feira, 23 de março de 2009, 40º no meu termômetro, quase 11 da noite, av. Antônio Carlos, ônibus lotado depois de um dia inteiro de trabalho seguido de aulas de política e história do jornalismo, em suma, o inferno.Em frente a Universidade Federal de Minas Gerais, não era possível que aquele ônibus iria parar. Merda! Não cabia mais nem um fio de cabelo lá dentro. Tudo bem, aperta mais a carga. Merda!Fones no ouvido pra não ouvir nenhuma conversa imbecil que tivesse a capacidade de despertar meu instinto assassino naquele momento.Aí aparece um cara, embarcou naquele ponto. Bermuda preta, uma blusa surrada, mochila nas costas, barba por fazer e cabelo atrapalhado. O estilo mendigo mais charmoso que eu já vi na vida.Não sei precisar quem foi que se viu primeiro, mas o que interessa é que nos vimos e a partir de então nos olhamos e continuamos nos olhando até percebermos que estávamos ouvindo e cantando a mesma música. O mover dos lábios era idêntico, o mesmo ritmo, a mesma letra. Por um momento pareceu mentira, ou será que esqueceram de nos avisar que desligaram a vida real por um instante? Continuamos cantando numa espécie de confirmação, e estávamos mesmo ouvindo, entre todos os milhões de músicas que existem neste planeta, a mesma canção.O calor sumiu, todas as pessoas que nos incomodavam naquele espaço já não estavam mais lá e durante alguns eternos segundos continuamos cantarolando aquilo um para o outro.Um sorriso discreto antes do final da música, um sorriso correspondido. Eu que não sou de sair rindo nem quando é preciso não pude controlar essa espécie de confirmação de ter protagonizado uma cena de um romance.A música acabou, tiramos os fones simultaneamente como se fossemos começar a conversar. Ninguém falou, mas estranhamente não era preciso, só olhar já bastava. Então permanecemos assim, nos olhando até o ponto que nos separou sem nos explicar porque é que não podíamos parar o tempo e permanecer ali.Fui dormir ouvindo "Save Tonight" e pensando que provavelmente nunca mais veria o meu primeiro amor à primeira vista.

A letra da música torna tudo ainda mais inacreditável. Aí está a tradução:

Salve Esta Noite

Vá em frente e feche as cortinas
Porque do que precisamos é da luz das velas
Você, eu e uma garrafa de vinho
E te abraçar essa noite

Bom, nós sabemos que eu estou indo embora
Como eu desejaria...desejaria que não fosse assim
Então pegue este vinho, e beba comigo
Vamos atrasar a nossa desgraça

Salve esta noite e lute contra o amanhecer
O amanhã vem - amanhã eu estarei indo

Tem lenha na lareira
Que queima como eu por você
O amanhã vem com um desejo
De me levar daqui
Não é fácil dizer adeus
Querida, não comece a chorar
Porque garota você sabe que eu tenho que ir
Senhor como eu gostaria que não fosse assim

Salve esta noite e lute contra o amanhecer
O amanhã vem - amanhã eu estarei indo
O amanhã vem para me levar embora
Como eu desejaria...desejaria de poder ficar
Garota você sabe que eu tenho que ir
Senhor eu gostaria que não fosse assim

Salve esta noite e lute contra o amanhecer
O amanhã vem - amanhã eu estarei indo

segunda-feira, 23 de março de 2009

Não à inclusão digital

Esta postagem é um protesto contra essa coisa de todo mundo do mundo poder ter computador, internet, orkut, e-mail e blá blá blá.
Porque a loucura chegou num ponto em que os incluidos andam terminando namoros por e-mail. Por telefone eu já tinha ouvido falar, nunca havia acontecido comigo, nem nos namoros mais curtos (vale lembrar que um deles durou cinco dias), nem nos mais infantis daqueles de quando a gente tem 15 anos. Mas por e-mail, aquilo pra mim era inédito. E não é que depois que aconteceu comigo eu fiquei sabendo de um tanto de gente que passou pela mesma coisa?! Onde é que esse mundo vai parar gente? Daqui a pouco tem gente fazendo filho por e-mail, morrendo e nascendo por orkut, aliás, acho que já estamos ensaiando pra isso não é?
E se você quiser responder alguma coisa e a internet cair? E os pertences emprestados ou esquecidos que ainda estão nas casas de um ou de outro? E se você ficar com raiva e sentir vontade de dar um soco bem no meio da cara? Como faz?
Eu definitivamente não entendo e nem pretendo.
O meu voto é por uma avaliação psicológica detalhada antes de permitir que as pessoas tenham acesso à internet. E depois de passar por um término de namoro por e-mail a minha louca opinião não muda!

A próxima e principal perguntar antes de iniciar um novo relacionamento agora é: "Você costuma se comunicar por e-mail?"

sábado, 14 de março de 2009

Deixe a menina

"E se vai continuar enrustido
Com essa cara de marido
A moça é capaz de se aborrecer

Por trás de um homem triste há sempre uma mulher feliz
E atrás dessa mulher mil homens, sempre tão gentis
Por isso para o seu bem
Ou tire ela da cabeça ou mereça a moça que você tem"